26/07/2007 – 11h09
Paleontólogos gregos e holandeses descobriram elefante extinto de 2,5 milhões de anos.
Presas do bicho chegavam a 5 m; parentes do animal viveram no Brasil.
Da Associated Press
A geóloga Evangelia Tsoukala, da Universidade de Tessalônica (na extrema direita) posa com seus colegas ao lado das duas enormes presas de marfim do mastodonte, que foi achado perto do vilarejo de Milia, no norte da Grécia. Outros ossos do animal de 2,5 milhões de anos também foram desenterrados (Foto: Evangelia Tsoukala/AP)
O pesquisador holandês Dick Mol, que também participou das escavações, examina os maxilares e os dentes do mastodonte. Tal como os elefantes modernos, o bicho, apesar do tamanho e da provável ferocidade, era um herbívoro (Foto: Universidade de Tessalônica/AP)
Concepção artística mostra como o paquiderme teria sido em vida. O formato da cabeça e das presas, entre outras características, mostra que ele não era parente muito próximo dos elefantes modernos. Os mastodontes foram uma linhagem evolutivamente muito bem-sucedida de elefantes, tendo se espalhado por quase todo o Velho Mundo e chegado à América via Ásia. Algumas espécies chegaram a habitar o Brasil até cerca de 10 mil anos atrás – ainda hoje fósseis como os gregos podem ser encontrados em cavernas da Chapada Diamantina, na Bahia. Ainda não se sabe se o bicho se extinguiu ao ser caçado pelo homem ou por causa de alterações climáticas no fim da Era do Gelo (Foto: Museu de História Natural de Roterdã/Remie Bakke)
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